Você lança o RDO no celular, ali na frente de serviço — com foto, ditado por voz e assinatura. Sem sinal, funciona igual. No fim do dia o PDF já está pronto, numerado e assinado.
Nada disso é falha de quem preenche. É o formato errado para o lugar onde o trabalho acontece.
Você anota no caderno, no bloco de notas do celular, na cabeça. À noite, ou no sábado, senta para transcrever três dias de uma vez. O que sai não é o que aconteceu — é o que você lembrou que aconteceu.
A foto ficou na galeria do celular, junto com foto de família. Depois alguém tem que achar a certa, do dia certo, e colar no documento certo. Quando a obra tem seis meses, achar uma foto de março é um trabalho por si só.
"Em que dias choveu?" "Quando foi feita a demolição da rampa?" "Quantos dias a equipe ficou parada?" Hoje isso é uma pessoa abrindo arquivo por arquivo. O dado está lá — só não está ao alcance de uma pergunta.
Quem está na obra precisa de rapidez e de funcionar sem sinal. Quem gere precisa de cruzamento e de resposta. São necessidades diferentes, e ferramentas diferentes.
Android, para o dia a dia. Lança serviço, efetivo, equipamento e ocorrência. Tira a foto de dentro do próprio diário, dita a ocorrência falando, colhe a assinatura na tela. Tudo sem internet — quando o sinal volta, sobe sozinho.
Sem loja, sem instalar nada: abre no Safari e adiciona à tela de início. Fica com ícone e abre em tela cheia, como aplicativo. Foto, ditado, assinatura e o PDF gerado dentro do próprio aparelho, mesmo offline.
Para quem administra, não para quem lança. Cruza obra, mês, serviço e assinante; acha o dia pelo que foi escrito ("demolição da rampa", "chuva"); mostra o que está fora do padrão e exporta para você trabalhar onde quiser.
Diário de obra é documento de prova. Vale numa medição, numa glosa, numa discussão de prazo — às vezes anos depois. Por isso o RDO Maker trata o diário fechado como imutável: uma vez assinado, ele não é reescrito por cima. Correção vira versão nova, e a anterior continua existindo.
Cada PDF sai com um código próprio. Quem recebe o documento pode conferir se aquele papel na mão dele é mesmo o que está registrado no sistema — e se depois apareceu uma versão mais nova.
Ela diz uma de três coisas: que o documento consta como está, que existe versão mais nova (e mostra qual), ou que não consta no servidor.
🔑 E o terceiro caso nunca é escrito como "documento falso". Um diário lançado sem sinal, que ainda não subiu, aparece exatamente assim — chamar isso de fraude seria acusar um engenheiro que estava sem internet. A página diz o que o servidor conhece, e para por aí.
Esta parte existe porque você é engenheiro e vai perguntar de qualquer jeito. Melhor estar escrito.
| O quê | Estado | Detalhe |
|---|---|---|
| App Android — lançamento em campo | em teste | Funciona e está em uso em obra. Ainda não está publicado em loja — quem entra no teste antecipado recebe direto. |
| Trabalhar sem internet | pronto | Lança, fotografa, dita e assina offline; o que ficou pendente sobe quando o sinal volta, sem perder item. |
| Versão para iPhone (pelo navegador) | em teste | Já lança, fotografa, dita, assina e gera o PDF no próprio aparelho. O envio automático para o servidor está sendo ligado. |
| Console de gestão e busca | em teste | Painéis, busca no acervo e exportação funcionando. Dá para ver rodando na demonstração, com dados inventados. |
| Conferência do documento pelo código | em teste | O serviço de consulta entrou no ar em 14/08 e responde nos três casos. Falta publicar a página no endereço do QR. |
| Assistente que responde sobre o acervo | em construção | A busca por palavra já responde hoje. A pergunta em linguagem solta ainda está sendo construída. |
Estamos abrindo para um grupo pequeno, de obra real. Você recebe o aplicativo, o acesso pelo navegador e o console — e fala direto com quem faz. Sem custo durante o teste.